
A Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C) vai realizar, entre 3 e 5 de dezembro, uma mostra de fundos europeus para dar a conhecer os projetos e investimentos, mas também para esclarecer dúvidas e evitar erros nas candidaturas. O evento vai decorrer no Convento de São Francisco, em Coimbra, e está aberto a todo o público, sem necessidade de inscrição prévia.
“O nosso objetivo é termos um espaço de porta aberta, com acesso gratuito, em que não é precisa uma inscrição“, referiu a presidente da AD&C, Cláudia Joaquim, em declarações à Lusa. Esta será a segunda edição da mostra dos fundos europeus, sendo que a primeira teve lugar no Porto.
Durante os três dias do evento vai estar em funcionamento permanente o balcão de apoio do Portugal 2030, com uma equipa da agência e das autoridades de gestão dos programas para esclarecer as dúvidas dos beneficiários. Estarão também presentes ‘stands’ de cada programa do Portugal 2030 para darem a conhecer a sua atividade.
Paralelamente, vão decorrer mesas redondas dedicadas a temas como 40 anos de fundos europeus em Portugal, o que vai mudar no Portugal 2030 ou como evitar erros nas candidaturas.
Sobre este último ponto, Cláudia Joaquim disse que o objetivo passa por ensinar a fazer uma candidatura da forma mais adequada e por resolver os erros que os beneficiários presentes possam ter enfrentado no processo. “Se tivermos candidaturas melhor instruídas, será depois mais fácil a decisão“, referiu.
Questionada sobre a necessidade de reforço de meios técnicos de protocolos com as universidades para acelerar o processo de avaliação e decisão das candidaturas, Cláudia Joaquim disse apenas que essa é uma matéria que cabe às autoridades de gestão de cada programa avaliar.
Já sobre a perceção que a sociedade tem sobre o impacto dos fundos europeus em Portugal, a antiga secretária de Estado do Orçamento afirmou que no caso dos investimentos apoiados pelos fundos a perceção pode ainda não ser clara. “Pode ser mais fácil ter essa perceção quando se trata de algo mais visível e quando temos uma publicidade [que diz que o investimento] foi financiado com fundos europeus“, sublinhou.
Já o financiamento utilizado para a formação, capacitação e reforço de aprendizagens tem uma perceção “mais difícil”, uma vez que a sua avaliação é menos mensurável. “É esse o objetivo que também temos com a mostra: poder apresentar todos os tipos de projetos que têm financiamento com fundos europeus para que, desta forma, as empresas e os cidadãos possam perceber, de facto, que a abrangência dos apoios é muito grande e, com isso, perceberem que, se calhar, também podem apresentar candidaturas no âmbito das suas atividades“, acrescentou.
Para além dos gestores dos programas e da equipa da AD&C estarão presentes nesta mostra a representante da Comissão Europeia em Portugal, Sofia Moreira de Sousa, e o secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis.
A AD&C, que resulta da fusão de três entidades públicas — o Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional (IFDR), o Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu (IGFSE) e a Estrutura de Missão Observatório do QREN, é responsável pela coordenação técnica do Portugal 2030.
Cabe também à AD&C prestar apoio técnico à comissão de coordenação da aplicação dos fundos europeus.

A Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C) vai realizar, entre 3 e 5 de dezembro, uma mostra de fundos europeus para dar a conhecer os projetos e investimentos, mas também para esclarecer dúvidas e evitar erros nas candidaturas. O evento vai decorrer no Convento de São Francisco, em Coimbra, e está aberto a todo o público, sem necessidade de inscrição prévia.
“O nosso objetivo é termos um espaço de porta aberta, com acesso gratuito, em que não é precisa uma inscrição“, referiu a presidente da AD&C, Cláudia Joaquim, em declarações à Lusa. Esta será a segunda edição da mostra dos fundos europeus, sendo que a primeira teve lugar no Porto.
Durante os três dias do evento vai estar em funcionamento permanente o balcão de apoio do Portugal 2030, com uma equipa da agência e das autoridades de gestão dos programas para esclarecer as dúvidas dos beneficiários. Estarão também presentes ‘stands’ de cada programa do Portugal 2030 para darem a conhecer a sua atividade.
Paralelamente, vão decorrer mesas redondas dedicadas a temas como 40 anos de fundos europeus em Portugal, o que vai mudar no Portugal 2030 ou como evitar erros nas candidaturas.
Sobre este último ponto, Cláudia Joaquim disse que o objetivo passa por ensinar a fazer uma candidatura da forma mais adequada e por resolver os erros que os beneficiários presentes possam ter enfrentado no processo. “Se tivermos candidaturas melhor instruídas, será depois mais fácil a decisão“, referiu.
Questionada sobre a necessidade de reforço de meios técnicos de protocolos com as universidades para acelerar o processo de avaliação e decisão das candidaturas, Cláudia Joaquim disse apenas que essa é uma matéria que cabe às autoridades de gestão de cada programa avaliar.
Já sobre a perceção que a sociedade tem sobre o impacto dos fundos europeus em Portugal, a antiga secretária de Estado do Orçamento afirmou que no caso dos investimentos apoiados pelos fundos a perceção pode ainda não ser clara. “Pode ser mais fácil ter essa perceção quando se trata de algo mais visível e quando temos uma publicidade [que diz que o investimento] foi financiado com fundos europeus“, sublinhou.
Já o financiamento utilizado para a formação, capacitação e reforço de aprendizagens tem uma perceção “mais difícil”, uma vez que a sua avaliação é menos mensurável. “É esse o objetivo que também temos com a mostra: poder apresentar todos os tipos de projetos que têm financiamento com fundos europeus para que, desta forma, as empresas e os cidadãos possam perceber, de facto, que a abrangência dos apoios é muito grande e, com isso, perceberem que, se calhar, também podem apresentar candidaturas no âmbito das suas atividades“, acrescentou.
Para além dos gestores dos programas e da equipa da AD&C estarão presentes nesta mostra a representante da Comissão Europeia em Portugal, Sofia Moreira de Sousa, e o secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis.
A AD&C, que resulta da fusão de três entidades públicas — o Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional (IFDR), o Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu (IGFSE) e a Estrutura de Missão Observatório do QREN, é responsável pela coordenação técnica do Portugal 2030.
Cabe também à AD&C prestar apoio técnico à comissão de coordenação da aplicação dos fundos europeus.
source https://eco.sapo.pt/2025/11/30/mostra-dos-fundos-europeus-quer-esclarecer-duvidas-e-evitar-erros-nas-candidaturas/











