Banco de Fomento não está sintonizado com exigências do controlo, diz comissão de auditoria do PRR


O Banco de Fomento não está “perfeitamente sintonizado” com as exigências de controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), afirmou o presidente da Comissão de Auditoria do plano, apontando falhas de comunicação.

“Não estão perfeitamente sintonizados com as exigências do controlo”, referiu o presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do PRR, António Ferreira dos Santos, numa audição parlamentar na comissão de Economia e Coesão Territorial.

Ferreira dos Santos precisou que este órgão tem feito pedidos ao Banco Português de Fomento que demoram a ser respondidos, à semelhança do que acontece com os que são formulados pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C).

A Comissão de Auditoria e Controlo assinalou assim alguma dificuldade na comunicação com o banco, reiterando que este não está propriamente adaptado a responder ao controlo.

“Com persistência e resiliência vamos tentando obter essas respostas para garantirmos que o nosso trabalho está a ser bem feito”, rematou.

“Não podemos contar com o dinheiro do PRR” para a recuperação

O presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) avisou esta terça-feira, na Assembleia da República, que não é possível “contar com o dinheiro” do plano para acudir ao impacto causado pelo mau tempo.

“Não podemos contar com o dinheiro do PRR para acudir a estes desastres”, afirmou António Ferreira dos Santos, em audição parlamentar na comissão de Economia e Coesão Territorial.

Antes na audição, o presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do PRR tinha considerado que era “difícil” utilizar verbas do PRR para os impactos do mau tempo, uma vez que o plano acaba em agosto e “é demasiado tarde para alguma reprogramação”.


O Banco de Fomento não está “perfeitamente sintonizado” com as exigências de controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), afirmou o presidente da Comissão de Auditoria do plano, apontando falhas de comunicação.

“Não estão perfeitamente sintonizados com as exigências do controlo”, referiu o presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do PRR, António Ferreira dos Santos, numa audição parlamentar na comissão de Economia e Coesão Territorial.

Ferreira dos Santos precisou que este órgão tem feito pedidos ao Banco Português de Fomento que demoram a ser respondidos, à semelhança do que acontece com os que são formulados pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C).

A Comissão de Auditoria e Controlo assinalou assim alguma dificuldade na comunicação com o banco, reiterando que este não está propriamente adaptado a responder ao controlo.

“Com persistência e resiliência vamos tentando obter essas respostas para garantirmos que o nosso trabalho está a ser bem feito”, rematou.

“Não podemos contar com o dinheiro do PRR” para a recuperação

O presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) avisou esta terça-feira, na Assembleia da República, que não é possível “contar com o dinheiro” do plano para acudir ao impacto causado pelo mau tempo.

“Não podemos contar com o dinheiro do PRR para acudir a estes desastres”, afirmou António Ferreira dos Santos, em audição parlamentar na comissão de Economia e Coesão Territorial.

Antes na audição, o presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do PRR tinha considerado que era “difícil” utilizar verbas do PRR para os impactos do mau tempo, uma vez que o plano acaba em agosto e “é demasiado tarde para alguma reprogramação”.



source https://eco.sapo.pt/2026/02/03/banco-de-fomento-nao-esta-sintonizado-com-exigencias-do-controlo-diz-comissao-de-auditoria-do-prr/