
O Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) vai apoiar com 973 milhões de euros os investimentos das empresas, num processo que ficará concluído até ao final de março, disse esta terça-feira o ministro da Economia.
“Com uma dotação inicial de 300 milhões de euros, aquando do lançamento das três linhas principais, foram recebidas 5.216 candidaturas, representando um investimento de 3,2 mil milhões a nível nacional, incluindo Regiões Autónomas“, avançou Manuel Castro Almeira, numa intervenção no Fórum Banca 2026, organizado pelo Jornal Económico em Lisboa.
O ministro da Economia explicou que estes 3,2 mil milhões de investimento beneficiarão de apoio de fundos europeus não reembolsáveis, no montante de 973 milhões de euros.
“Até ao final do corrente mês de março, este processo ficará concluído”, assegurou, apontando que foram colocados em concurso 300 milhões, mas, “face à procura e à qualidade dos projetos”, vão apoiar com 973 milhões os investimentos das empresas.
Às três linhas principais, acresce que no passado dia 27 de fevereiro foi aberto um novo aviso chamado “Reindustrializar: Calamidade e Contingência”, para apoiar as regiões afetadas pelas tempestades, inundações, cheias ou outros danos de elevado impacto estrutural.
Já ao nível das linhas de crédito lançadas para ajudar as empresas a mitigar o impacto das tempestades, o CEO do Banco Português de Fomento revelou que já aprovou 1.083 milhões de euros em 4.686 candidaturas de empresas afetadas pelo mau tempo que atingiu a região centro. “Na contratação temos 1.083 milhões de euros já em 4.686 candidaturas, permitindo às empresas destas regiões mais afetadas ganharem já a capacidade de reconstrução”, disse Gonçalo Regalado no encerramento do Fórum Banca 2026.
O presidente do BPF detalhou que Leiria é o distrito que concentra mais candidaturas, com 45% e 614 milhões de euros, seguindo-se Santarém, com 16% das candidaturas e 223 milhões de euros, e Coimbra (13% e 174 milhões de euros). Lisboa é o quarto distrito com mais candidaturas, somando 12% e 158 milhões de euros, “porque as empresas estão aqui sediadas, mas têm as instalações nas regiões de catástrofe”.
“Nesta altura, 86% das empresas que se candidataram e que estão a ser apoiadas são micro e pequenas empresas e 48% do montante está a ser colocado nas micro e pequenas empresas”, apontou Gonçalo Regalado, acrescentando que as grandes empresas não foram abandonadas.
No total, o Banco de Fomento já recebeu 6.750 candidaturas, num total de 1.400 milhões de euros. “Estamos a mobilizar linhas, temos mil milhões iniciais no investimento a que somamos agora mais mil milhões do Banco Europeu de Investimento, [ou seja] 2.000 milhões de euros de investimento. Vamos ter 500 milhões de euros que foram duplicados para mil milhões de euros na tesouraria e, como já foi explicado, temos um sistema de incentivos imediato com 150 milhões de euros para apoiar no PRR e no IFIC”, acrescentou.
O presidente do BPF acrescentou que os bancos comerciais “estão a fazer o seu caminho”, registando que há dois bancos que se destacam e que um terceiro está a aproximar-se.

O Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) vai apoiar com 973 milhões de euros os investimentos das empresas, num processo que ficará concluído até ao final de março, disse esta terça-feira o ministro da Economia.
“Com uma dotação inicial de 300 milhões de euros, aquando do lançamento das três linhas principais, foram recebidas 5.216 candidaturas, representando um investimento de 3,2 mil milhões a nível nacional, incluindo Regiões Autónomas“, avançou Manuel Castro Almeira, numa intervenção no Fórum Banca 2026, organizado pelo Jornal Económico em Lisboa.
O ministro da Economia explicou que estes 3,2 mil milhões de investimento beneficiarão de apoio de fundos europeus não reembolsáveis, no montante de 973 milhões de euros.
“Até ao final do corrente mês de março, este processo ficará concluído”, assegurou, apontando que foram colocados em concurso 300 milhões, mas, “face à procura e à qualidade dos projetos”, vão apoiar com 973 milhões os investimentos das empresas.
Às três linhas principais, acresce que no passado dia 27 de fevereiro foi aberto um novo aviso chamado “Reindustrializar: Calamidade e Contingência”, para apoiar as regiões afetadas pelas tempestades, inundações, cheias ou outros danos de elevado impacto estrutural.
Já ao nível das linhas de crédito lançadas para ajudar as empresas a mitigar o impacto das tempestades, o CEO do Banco Português de Fomento revelou que já aprovou 1.083 milhões de euros em 4.686 candidaturas de empresas afetadas pelo mau tempo que atingiu a região centro. “Na contratação temos 1.083 milhões de euros já em 4.686 candidaturas, permitindo às empresas destas regiões mais afetadas ganharem já a capacidade de reconstrução”, disse Gonçalo Regalado no encerramento do Fórum Banca 2026.
O presidente do BPF detalhou que Leiria é o distrito que concentra mais candidaturas, com 45% e 614 milhões de euros, seguindo-se Santarém, com 16% das candidaturas e 223 milhões de euros, e Coimbra (13% e 174 milhões de euros). Lisboa é o quarto distrito com mais candidaturas, somando 12% e 158 milhões de euros, “porque as empresas estão aqui sediadas, mas têm as instalações nas regiões de catástrofe”.
“Nesta altura, 86% das empresas que se candidataram e que estão a ser apoiadas são micro e pequenas empresas e 48% do montante está a ser colocado nas micro e pequenas empresas”, apontou Gonçalo Regalado, acrescentando que as grandes empresas não foram abandonadas.
No total, o Banco de Fomento já recebeu 6.750 candidaturas, num total de 1.400 milhões de euros. “Estamos a mobilizar linhas, temos mil milhões iniciais no investimento a que somamos agora mais mil milhões do Banco Europeu de Investimento, [ou seja] 2.000 milhões de euros de investimento. Vamos ter 500 milhões de euros que foram duplicados para mil milhões de euros na tesouraria e, como já foi explicado, temos um sistema de incentivos imediato com 150 milhões de euros para apoiar no PRR e no IFIC”, acrescentou.
O presidente do BPF acrescentou que os bancos comerciais “estão a fazer o seu caminho”, registando que há dois bancos que se destacam e que um terceiro está a aproximar-se.
source https://eco.sapo.pt/2026/03/10/apoios-da-linhas-para-industria-defesa-e-ia-atribuidos-ate-fim-do-mes/











