
O IAPMEI tem em atraso pagamentos às agendas mobilizadoras, referentes ao terceiro trimestre do ano passado. Apesar de já estar em vigor o adiantamento de metade do valor de cada pedido de pagamento, as empresas ouvidas pelo ECO queixam-se da demora. O IAPMEI garante que a situação está circunscrita a três agendas que pediram alterações à sua composição.
“Os pagamentos das Agendas Mobilizadoras têm decorrido de acordo com o previsto”, garantiu ao ECO fonte oficial da instituição liderada por Pulido Valente. “Existe apenas uma situação específica que envolve três agendas, nas quais ocorreram alterações nos perímetros dos respetivos consórcios, alterações essas que exigiram validações adicionais por parte do IAPMEI”, acrescentou a mesma fonte sem revelar quais as três agendas em causa.
“Só recentemente saiu a decisão do pedido de pagamento do terceiro trimestre, mas o IAPMEI já nos informou que estava a tratar dos pagamentos”, contou ao ECO o responsável de uma agenda que preferiu não ser identificada.
André Luz, um dos fundadores da Infinite Foundry, e que integra a agenda Produtech, da fileira das tecnologias de produção para a reindustrialização, criticou o facto de ainda não ter recebido o pagamento do terceiro trimestre, a não ser os 50% de adiantamentos. O responsável lamentou ainda “a falta de comunicação e de previsibilidade” que acaba por afetar a tesouraria das empresas.
O IAPMEI garante que todas as agendas, mesmo as três em questão, “receberam um adiantamento correspondente a 50% do montante solicitado, relativo ao décimo pedido de pagamento (submetido em novembro de 2025)” e está “atualmente em curso a conclusão da análise necessária para a decisão final destes processos”, acrescentou fonte oficial.
“Após esta validação, serão processados os montantes remanescentes do décimo pedido, bem como o adiantamento de 50% relativo ao 11.º pedido de pagamento, prevendo-se que estes procedimentos fiquem concluídos durante a próxima semana”, ou seja, esta semana.
Desde outubro que as agendas mobilizadoras, sempre que submetem um pedido de reembolso, recebem, logo à cabeça, um adiantamento de 50% do valor desse pedido. O objetivo foi acelerar a execução dos investimentos do PRR, mas também ajudar à gestão da tesouraria das empresas.
Algumas empresas também sofreram um atraso de alguns dias na sequência da prorrogação do prazo para a submissão dos pedidos de pagamento que eram devidos até 30 de janeiro. Uma decisão que teve por objetivo acautelar os “as dificuldades acrescidas” das empresas que foram afetadas pelo comboio de depressões que devastou a zona centro do país. A nova data limite foi 7 de fevereiro e isso atrasou alguns processos, mas mesmo assim algumas agendas já estão a receber os respetivos pagamentos, confirmou o ECO junto de várias.
O IAPMEI ainda está a fazer uma ronda por todas as agendas mobilizadoras para avaliar os impactos do comboio de depressões, tal como o ECO avançou. Aos líderes de cada consórcio foi pedido o levantamento do ponto de situação de todas as entidades que compõem cada agenda. O objetivo é recolher informações para ajudar a traçar um quadro global dos impactos que o ministro da Economia garante que vão superar os 4,7 mil milhões de euros.

O IAPMEI tem em atraso pagamentos às agendas mobilizadoras, referentes ao terceiro trimestre do ano passado. Apesar de já estar em vigor o adiantamento de metade do valor de cada pedido de pagamento, as empresas ouvidas pelo ECO queixam-se da demora. O IAPMEI garante que a situação está circunscrita a três agendas que pediram alterações à sua composição.
“Os pagamentos das Agendas Mobilizadoras têm decorrido de acordo com o previsto”, garantiu ao ECO fonte oficial da instituição liderada por Pulido Valente. “Existe apenas uma situação específica que envolve três agendas, nas quais ocorreram alterações nos perímetros dos respetivos consórcios, alterações essas que exigiram validações adicionais por parte do IAPMEI”, acrescentou a mesma fonte sem revelar quais as três agendas em causa.
“Só recentemente saiu a decisão do pedido de pagamento do terceiro trimestre, mas o IAPMEI já nos informou que estava a tratar dos pagamentos”, contou ao ECO o responsável de uma agenda que preferiu não ser identificada.
André Luz, um dos fundadores da Infinite Foundry, e que integra a agenda Produtech, da fileira das tecnologias de produção para a reindustrialização, criticou o facto de ainda não ter recebido o pagamento do terceiro trimestre, a não ser os 50% de adiantamentos. O responsável lamentou ainda “a falta de comunicação e de previsibilidade” que acaba por afetar a tesouraria das empresas.
O IAPMEI garante que todas as agendas, mesmo as três em questão, “receberam um adiantamento correspondente a 50% do montante solicitado, relativo ao décimo pedido de pagamento (submetido em novembro de 2025)” e está “atualmente em curso a conclusão da análise necessária para a decisão final destes processos”, acrescentou fonte oficial.
“Após esta validação, serão processados os montantes remanescentes do décimo pedido, bem como o adiantamento de 50% relativo ao 11.º pedido de pagamento, prevendo-se que estes procedimentos fiquem concluídos durante a próxima semana”, ou seja, esta semana.
Desde outubro que as agendas mobilizadoras, sempre que submetem um pedido de reembolso, recebem, logo à cabeça, um adiantamento de 50% do valor desse pedido. O objetivo foi acelerar a execução dos investimentos do PRR, mas também ajudar à gestão da tesouraria das empresas.
Algumas empresas também sofreram um atraso de alguns dias na sequência da prorrogação do prazo para a submissão dos pedidos de pagamento que eram devidos até 30 de janeiro. Uma decisão que teve por objetivo acautelar os “as dificuldades acrescidas” das empresas que foram afetadas pelo comboio de depressões que devastou a zona centro do país. A nova data limite foi 7 de fevereiro e isso atrasou alguns processos, mas mesmo assim algumas agendas já estão a receber os respetivos pagamentos, confirmou o ECO junto de várias.
O IAPMEI ainda está a fazer uma ronda por todas as agendas mobilizadoras para avaliar os impactos do comboio de depressões, tal como o ECO avançou. Aos líderes de cada consórcio foi pedido o levantamento do ponto de situação de todas as entidades que compõem cada agenda. O objetivo é recolher informações para ajudar a traçar um quadro global dos impactos que o ministro da Economia garante que vão superar os 4,7 mil milhões de euros.
source https://eco.sapo.pt/2026/03/17/pagamentos-a-algumas-agendas-mobilizadoras-voltam-a-ter-atrasos/











