IP já cumpre todas as metas associadas a cheques do PRR


A Infraestruturas de Portugal já cumpriu todos os marcos e metas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) associados a pedidos de pagamento. “A IP já cumpriu todos os marcos estabelecidos nos quatro contratos de financiamento assinados no âmbito das Componentes 7 – Infraestruturas e 15 – Mobilidade Sustentável”, avançou ao ECO fonte oficial da empresa.

A IP recebeu 446 milhões de euros da bazuca europeia, o que corresponde a cerca de 78% do montante disponível.

Questionada sobre o impacto da reprogramação nos projetos levados a cabo pela empresa, que vai ter um novo CEO – tal como o ECO avançou em primeira mão, Paulo Carmona, atual diretor-geral da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), entrará em funções a partir de maio –, fonte oficial sublinhou que “não se registam alterações relevantes nos projetos sob gestão da IP. No entanto, a componente 15, da mobilidade sustentável, foi “objeto de um reforço de cerca de 3,5 milhões de euros, com o correspondente aumento de exigência na sua meta”.

Nesta componente, no âmbito do investimento em digitalização do transporte ferroviário, a IP já cumpriu o marco de desembolso e, no que respeita à meta final, já atingiu antecipadamente um dos três indicadores previstos, nomeadamente com a instalação do sistema ETCS/STM-PT numa locomotiva.

Ou seja, o sistema que permite a comunicação entre o equipamento de bordo do Sistema Europeu de Controlo de Comboios e os sistemas nacionais de controlo de comboios existentes e que permite que os comboios possam circular em todas as linhas independentemente do sistema instalado. “Este módulo é essencial para garantir a interoperabilidade ferroviária europeia”, explicou fonte oficial.

O marco de desembolso (ou marco A) é aquele que está associado a um cheque do PRR, já o marco final é o que está definido globalmente com a Comissão Europeia (por exemplo, a construção ou reabilitação de 26 mil casas). No PRR existem outros marcos (B e C) mas são marcos internos, que têm a ver com a gestão da bazuca e não estão relacionados com pedidos de pagamento.

No PRR, a IP é ainda beneficiário final na componente 7 que diz respeito às Infraestruturas e onde havia mais dúvidas sobre a capacidade de execução atempadas das obras nomeadamente ao nível das ligações transfronteiriças e das Áreas de Acolhimento Empresarial. A ligação transfronteiriça entre Vinhais e Bragança tinha de estar assegurada até 31 dezembro de 2025, tal como a ligação ao parque industrial do Mundão.A maioria dos empreendimentos rodoviários já estão concluídos (16)”, garante fonte oficial da IP, e “os restantes estão em fase próxima de conclusão”.

As empreitadas na Variante de Aljustrel e Acesso do Parque Empresarial de Camporês ao IC8 (Ansião) eram dois exemplos da que ainda estavam a ser concluídas.

Na revisão do PRR feira no final do ano passado, ficou prevista a construção ou melhoramento, através de empréstimos, de 72 quilómetros de acessibilidades rodoviárias, mas foram retiradas duas áreas de acolhimento empresarial, face às dez inicialmente previstas. A modernização dos parques empresariais é também identificada como uma necessidade de investimento no plano nacional de infraestruturas de Portugal para 2030 (PNI 2030).


A Infraestruturas de Portugal já cumpriu todos os marcos e metas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) associados a pedidos de pagamento. “A IP já cumpriu todos os marcos estabelecidos nos quatro contratos de financiamento assinados no âmbito das Componentes 7 – Infraestruturas e 15 – Mobilidade Sustentável”, avançou ao ECO fonte oficial da empresa.

A IP recebeu 446 milhões de euros da bazuca europeia, o que corresponde a cerca de 78% do montante disponível.

Questionada sobre o impacto da reprogramação nos projetos levados a cabo pela empresa, que vai ter um novo CEO – tal como o ECO avançou em primeira mão, Paulo Carmona, atual diretor-geral da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), entrará em funções a partir de maio –, fonte oficial sublinhou que “não se registam alterações relevantes nos projetos sob gestão da IP. No entanto, a componente 15, da mobilidade sustentável, foi “objeto de um reforço de cerca de 3,5 milhões de euros, com o correspondente aumento de exigência na sua meta”.

Nesta componente, no âmbito do investimento em digitalização do transporte ferroviário, a IP já cumpriu o marco de desembolso e, no que respeita à meta final, já atingiu antecipadamente um dos três indicadores previstos, nomeadamente com a instalação do sistema ETCS/STM-PT numa locomotiva.

Ou seja, o sistema que permite a comunicação entre o equipamento de bordo do Sistema Europeu de Controlo de Comboios e os sistemas nacionais de controlo de comboios existentes e que permite que os comboios possam circular em todas as linhas independentemente do sistema instalado. “Este módulo é essencial para garantir a interoperabilidade ferroviária europeia”, explicou fonte oficial.

O marco de desembolso (ou marco A) é aquele que está associado a um cheque do PRR, já o marco final é o que está definido globalmente com a Comissão Europeia (por exemplo, a construção ou reabilitação de 26 mil casas). No PRR existem outros marcos (B e C) mas são marcos internos, que têm a ver com a gestão da bazuca e não estão relacionados com pedidos de pagamento.

No PRR, a IP é ainda beneficiário final na componente 7 que diz respeito às Infraestruturas e onde havia mais dúvidas sobre a capacidade de execução atempadas das obras nomeadamente ao nível das ligações transfronteiriças e das Áreas de Acolhimento Empresarial. A ligação transfronteiriça entre Vinhais e Bragança tinha de estar assegurada até 31 dezembro de 2025, tal como a ligação ao parque industrial do Mundão.A maioria dos empreendimentos rodoviários já estão concluídos (16)”, garante fonte oficial da IP, e “os restantes estão em fase próxima de conclusão”.

As empreitadas na Variante de Aljustrel e Acesso do Parque Empresarial de Camporês ao IC8 (Ansião) eram dois exemplos da que ainda estavam a ser concluídas.

Na revisão do PRR feira no final do ano passado, ficou prevista a construção ou melhoramento, através de empréstimos, de 72 quilómetros de acessibilidades rodoviárias, mas foram retiradas duas áreas de acolhimento empresarial, face às dez inicialmente previstas. A modernização dos parques empresariais é também identificada como uma necessidade de investimento no plano nacional de infraestruturas de Portugal para 2030 (PNI 2030).



source https://eco.sapo.pt/2026/04/23/ip-ja-cumpre-todas-as-metas-associadas-a-cheques-do-prr/