Reprogramação. Escolas, habitação, saúde e BRT Braga vão perder 516 milhões do PRR


Portugal já entregou a Bruxelas o exercício de reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência, tal como o ECO avançou em primeira mão. Em causa estão 516 milhões de euros, de acordo com o comunicado do Ministério da Economia. Escolas, habitação, centros de saúde, mas também o Bus Rapid Transit Braga (BRT Braga) e ao balcão único para o licenciamento e acompanhamento de projetos de energias renováveis são alguns dos projetos que não vão ficar concluídos a tempo, ou seja, até 31 de agosto e por isso têm de encontrar fontes alternativas de financiamento à bazuca europeia. Além disso, Portugal aproveitou para transferir metas e marcos entre o nono e décimo pedidos de pagamento.

“A execução do Plano tem decorrido em contextos particularmente exigentes, marcados por alterações significativas no cenário internacional e, mais recentemente, por fenómenos meteorológicos extremos, que afetaram diversas regiões do país, com impacto direto e indireto na implementação de projetos do PRR”, sublinha o comunicado do Ministério da Economia.

“Dadas as intempéries e os danos sofridos, a Comissão Europeia introduziu uma maior flexibilidade no âmbito do PRR, permitindo que projetos nas áreas da saúde, educação (escolas) e habitação, que não sejam integralmente exequíveis até agosto de 2026, possam ser redimensionados, mantendo a fração executável dentro do prazo do PRR, desde que esta se assuma como um investimento autónomo e funcional”, acrescenta a mesma nota.

(Notícia em atualização)


Portugal já entregou a Bruxelas o exercício de reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência, tal como o ECO avançou em primeira mão. Em causa estão 516 milhões de euros, de acordo com o comunicado do Ministério da Economia. Escolas, habitação, centros de saúde, mas também o Bus Rapid Transit Braga (BRT Braga) e ao balcão único para o licenciamento e acompanhamento de projetos de energias renováveis são alguns dos projetos que não vão ficar concluídos a tempo, ou seja, até 31 de agosto e por isso têm de encontrar fontes alternativas de financiamento à bazuca europeia. Além disso, Portugal aproveitou para transferir metas e marcos entre o nono e décimo pedidos de pagamento.

“A execução do Plano tem decorrido em contextos particularmente exigentes, marcados por alterações significativas no cenário internacional e, mais recentemente, por fenómenos meteorológicos extremos, que afetaram diversas regiões do país, com impacto direto e indireto na implementação de projetos do PRR”, sublinha o comunicado do Ministério da Economia.

“Dadas as intempéries e os danos sofridos, a Comissão Europeia introduziu uma maior flexibilidade no âmbito do PRR, permitindo que projetos nas áreas da saúde, educação (escolas) e habitação, que não sejam integralmente exequíveis até agosto de 2026, possam ser redimensionados, mantendo a fração executável dentro do prazo do PRR, desde que esta se assuma como um investimento autónomo e funcional”, acrescenta a mesma nota.

(Notícia em atualização)



source https://eco.sapo.pt/2026/04/01/reprogramacao-escolas-habitacao-saude-e-brt-braga-vao-perder-516-milhoes-do-prr/