A Comissão Europeia já deu luz verde ao exercício de reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que Portugal submeteu no final de março. Em cima da mesa estavam 516 milhões de euros mas, afinal, o montante ascendeu a 592 milhões.

“O envelope financeiro total do PRR mantém-se inalterado com este processo de reprogramação. Neste contexto, excluindo realocações por fusão de investimentos entre componentes, o montante total de ajustamento ascende a cerca de 592 milhões de euros”, lê-se no documento divulgado pela Recuperar Portugal.

Escolas, habitação, centros de saúde, mas também o Bus Rapid Transit Braga (BRT Braga), o balcão único para o licenciamento e acompanhamento de projetos de energias renováveis foram alguns dos projetos retirados do PRR por não ficarem concluídos a tempo, ou seja, até 31 de agosto e, por isso, têm agora de encontrar fontes alternativas de financiamento à bazuca europeia. Além disso, Portugal aproveitou para transferir metas e marcos entre o nono e décimo pedidos de pagamento.

Foram antecipadas dez metas e marco (M&M) do décimo para o nono pedido de pagamento; foi prolongado o prazo de 13 M&M até 31 de agosto de 2026, passando do nono para o décimo pedido de pagamento; foram retiradas oito M&M, dos quais duas pelo facto de não serem concretizáveis dentro do período PRR e seis correspondentes a fusões e simplificação. Foi ainda criada uma nova meta para traduzir a execução financeira da construção e renovação de unidades de saúde na componente de empréstimos, sistematiza o documento da entidade liderada por Fernando Alfaiate.

(Notícia em atualização)


A Comissão Europeia já deu luz verde ao exercício de reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que Portugal submeteu no final de março. Em cima da mesa estavam 516 milhões de euros mas, afinal, o montante ascendeu a 592 milhões.

“O envelope financeiro total do PRR mantém-se inalterado com este processo de reprogramação. Neste contexto, excluindo realocações por fusão de investimentos entre componentes, o montante total de ajustamento ascende a cerca de 592 milhões de euros”, lê-se no documento divulgado pela Recuperar Portugal.

Escolas, habitação, centros de saúde, mas também o Bus Rapid Transit Braga (BRT Braga), o balcão único para o licenciamento e acompanhamento de projetos de energias renováveis foram alguns dos projetos retirados do PRR por não ficarem concluídos a tempo, ou seja, até 31 de agosto e, por isso, têm agora de encontrar fontes alternativas de financiamento à bazuca europeia. Além disso, Portugal aproveitou para transferir metas e marcos entre o nono e décimo pedidos de pagamento.

Foram antecipadas dez metas e marco (M&M) do décimo para o nono pedido de pagamento; foi prolongado o prazo de 13 M&M até 31 de agosto de 2026, passando do nono para o décimo pedido de pagamento; foram retiradas oito M&M, dos quais duas pelo facto de não serem concretizáveis dentro do período PRR e seis correspondentes a fusões e simplificação. Foi ainda criada uma nova meta para traduzir a execução financeira da construção e renovação de unidades de saúde na componente de empréstimos, sistematiza o documento da entidade liderada por Fernando Alfaiate.

(Notícia em atualização)



source https://eco.sapo.pt/2026/05/18/bruxelas-deu-luz-verde-a-reprogramacao-do-prr-ajustamento-sobe-para-quase-600-milhoes/