
O Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) recebeu propostas no valor de 70 mil milhões, de cerca de 900 entidades, revelou o ministro da Economia e da Coesão Territorial. Com base nestas sugestões foi traçado o plano de 22 mil milhões cujo financiamento será assegurado apenas em 20% pelos fundos europeus.
“O PTRR não é um órgão pagador”, disse Castro Almeida num evento organizado pela Abreu, em parceria com o ECO e a Nerlei. “Ao contrário do PRR que tinha 100% de fundos europeus, nem um euro de Orçamento do Estado, o PTRR só lá tem 20%”, por isso, a “responsabilidade” do gestor da estrutura de missão que vai gerir ‘a bazuca nacional’ – “nome que já está escolhido e será conhecido brevemente”, garantiu – “será pegar nas 96 medidas do PTRR, fazer um projeto autónomo que vai ser executado pelos ministério e o seu trabalho é garantir que aquilo será feito”, explicou.
“Vou sentar-me com o responsável e pegar em cada uma das entradas para pôr um calendário e fazer uma matriz para cada ano. Mas este ano, será inteiramente dedicado ao pilar da recuperação dedicado a Leiria. Nos anos seguintes concentramos na componente dos investimentos”, explicou Castro Almeida. “A primeira obrigação é recuperar o que está destruído após as tempestades, são cinco mil milhões dos 22 mil milhões do total”, precisou.
“O PTRR vai suceder ao PRR”, por isso, por agora a opção será “iniciar as reformas em versão papel e lápis para não colocar mais pressão sobre a área das obras de investimentos”.
“O PTRR não é o princípio e o fim de todas as coisas”, sublinhou. Mas a expectativa de Castro Almeida é que o PTRR seja “para cumprir e não para andar para trás e para fazer”, mesmo que haja uma mudança de cor partidária na próxima legislatura. O ministro da Economia citou o seu próprio exemplo quando chegou ao Governo e optou por não mudar uma vírgula no PRR apesar de “não concordar com algumas das opções”.
“Não me lembro de ouvir nenhuma crítica às 96 medidas do plano, um partido na oposição não bate palmas a uma medida do Governo. É um bom indicador que não há razões para mudar o plano e não há razões para estar cético antes do plano”, disse.
O ministro da Economia disse que “algumas ideias lançadas noutros programas vão ser antecipadas ou robustecida financeiramente ou aumenta ambição”.
(Notícia em atualização)

O Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) recebeu propostas no valor de 70 mil milhões, de cerca de 900 entidades, revelou o ministro da Economia e da Coesão Territorial. Com base nestas sugestões foi traçado o plano de 22 mil milhões cujo financiamento será assegurado apenas em 20% pelos fundos europeus.
“O PTRR não é um órgão pagador”, disse Castro Almeida num evento organizado pela Abreu, em parceria com o ECO e a Nerlei. “Ao contrário do PRR que tinha 100% de fundos europeus, nem um euro de Orçamento do Estado, o PTRR só lá tem 20%”, por isso, a “responsabilidade” do gestor da estrutura de missão que vai gerir ‘a bazuca nacional’ – “nome que já está escolhido e será conhecido brevemente”, garantiu – “será pegar nas 96 medidas do PTRR, fazer um projeto autónomo que vai ser executado pelos ministério e o seu trabalho é garantir que aquilo será feito”, explicou.
“Vou sentar-me com o responsável e pegar em cada uma das entradas para pôr um calendário e fazer uma matriz para cada ano. Mas este ano, será inteiramente dedicado ao pilar da recuperação dedicado a Leiria. Nos anos seguintes concentramos na componente dos investimentos”, explicou Castro Almeida. “A primeira obrigação é recuperar o que está destruído após as tempestades, são cinco mil milhões dos 22 mil milhões do total”, precisou.
“O PTRR vai suceder ao PRR”, por isso, por agora a opção será “iniciar as reformas em versão papel e lápis para não colocar mais pressão sobre a área das obras de investimentos”.
“O PTRR não é o princípio e o fim de todas as coisas”, sublinhou. Mas a expectativa de Castro Almeida é que o PTRR seja “para cumprir e não para andar para trás e para fazer”, mesmo que haja uma mudança de cor partidária na próxima legislatura. O ministro da Economia citou o seu próprio exemplo quando chegou ao Governo e optou por não mudar uma vírgula no PRR apesar de “não concordar com algumas das opções”.
“Não me lembro de ouvir nenhuma crítica às 96 medidas do plano, um partido na oposição não bate palmas a uma medida do Governo. É um bom indicador que não há razões para mudar o plano e não há razões para estar cético antes do plano”, disse.
O ministro da Economia disse que “algumas ideias lançadas noutros programas vão ser antecipadas ou robustecida financeiramente ou aumenta ambição”.
(Notícia em atualização)
source https://eco.sapo.pt/2026/05/18/ptrr-recebeu-propostas-no-valor-de-70-mil-milhoes-fundos-europeus-vao-pagar-apenas-20/











