
A reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que recebeu luz verde de Bruxelas esta segunda-feira, afinal não vai dar um reforço tão significativo ao Banco de Fomento como estava previsto na proposta inicial entregue em março. O Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) entre as duas versões perde 64 milhões de euros. A grande aposta vai ser no reforço dos apoios de capital ou quase-capital.
“Para incentivar o investimento privado e melhorar o acesso ao financiamento para o desenvolvimento de projetos inovadores”, o IFIC era reforçado em 277,5 milhões de euros, de acordo com a proposta entregue a Bruxelas pelo Governo português, no final de março. Após mês e meio de negociações com Bruxelas, afinal o aumento de ambição será “de 950 milhões de euros para 1.161 milhões”, ou seja, uma “redução de 64 milhões face a 31 de março, totalizando 211 milhões de aumento”.
Recorde-se que o IFIC permite cumprir as metas e marcos definidos com Bruxelas através da assinatura dos contratos de financiamento, sendo que as empresas têm posteriormente mais dois anos para executar os projetos.
Mas apesar de o ministro da Economia ter reconhecido na segunda-feira, no evento organizado pela Abreu Advogados, em parceria com o ECO e com a Nerlei, que, por exemplo, o IFIC vai ter de ser reforçado no âmbito da inteligência artificial dada a forte procura, este instrumento não vai ter o nível de reforço inicialmente previsto. A opção foi antes apostar nos instrumentos de capital ou quase-capital.
A reprogramação decidiu um “aumento de ambição de 850 milhões para 1.050 milhões de euros o apoio a empresas, sob a forma de apoio de capital ou quase-capital”, lê-se no documento de sistematização da Recuperar Portugal. Ou seja, em causa está um “aumento de 131 milhões face a 31 de março, totalizando um aumento de 200,7 milhões de euros”.
Na versão inicial da proposta de reprogramação estava previsto mais 69,5 milhões fruto do aumento de ambição para 919 milhões de euros no apoio a empresas não financeiras estabelecidas ou ativas em Portugal.
Na versão final, aprovada por Bruxelas mantém-se a revisão em baixa de 45 milhões para 30 milhões do instrumento Financeiro do Banco de Fomento para investir em empresas açorianas, sob a forma de capital próprio ou quase-capital, e a diminuição de ambição de 40 milhões para dez milhões no âmbito do investimento público no mecanismo destinado a incentivar o investimento privado e melhorar o acesso ao financiamento na Região Autónoma para desenvolvimento do mercado de capitais nesta região.

A reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que recebeu luz verde de Bruxelas esta segunda-feira, afinal não vai dar um reforço tão significativo ao Banco de Fomento como estava previsto na proposta inicial entregue em março. O Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) entre as duas versões perde 64 milhões de euros. A grande aposta vai ser no reforço dos apoios de capital ou quase-capital.
“Para incentivar o investimento privado e melhorar o acesso ao financiamento para o desenvolvimento de projetos inovadores”, o IFIC era reforçado em 277,5 milhões de euros, de acordo com a proposta entregue a Bruxelas pelo Governo português, no final de março. Após mês e meio de negociações com Bruxelas, afinal o aumento de ambição será “de 950 milhões de euros para 1.161 milhões”, ou seja, uma “redução de 64 milhões face a 31 de março, totalizando 211 milhões de aumento”.
Recorde-se que o IFIC permite cumprir as metas e marcos definidos com Bruxelas através da assinatura dos contratos de financiamento, sendo que as empresas têm posteriormente mais dois anos para executar os projetos.
Mas apesar de o ministro da Economia ter reconhecido na segunda-feira, no evento organizado pela Abreu Advogados, em parceria com o ECO e com a Nerlei, que, por exemplo, o IFIC vai ter de ser reforçado no âmbito da inteligência artificial dada a forte procura, este instrumento não vai ter o nível de reforço inicialmente previsto. A opção foi antes apostar nos instrumentos de capital ou quase-capital.
A reprogramação decidiu um “aumento de ambição de 850 milhões para 1.050 milhões de euros o apoio a empresas, sob a forma de apoio de capital ou quase-capital”, lê-se no documento de sistematização da Recuperar Portugal. Ou seja, em causa está um “aumento de 131 milhões face a 31 de março, totalizando um aumento de 200,7 milhões de euros”.
Na versão inicial da proposta de reprogramação estava previsto mais 69,5 milhões fruto do aumento de ambição para 919 milhões de euros no apoio a empresas não financeiras estabelecidas ou ativas em Portugal.
Na versão final, aprovada por Bruxelas mantém-se a revisão em baixa de 45 milhões para 30 milhões do instrumento Financeiro do Banco de Fomento para investir em empresas açorianas, sob a forma de capital próprio ou quase-capital, e a diminuição de ambição de 40 milhões para dez milhões no âmbito do investimento público no mecanismo destinado a incentivar o investimento privado e melhorar o acesso ao financiamento na Região Autónoma para desenvolvimento do mercado de capitais nesta região.
source https://eco.sapo.pt/2026/05/19/reforco-do-ific-do-banco-de-fomento-desce-64-milhoes-com-reprogramacao-do-prr/











