
Está a aproximar-se o final de um mês marcante no que toca aos fundos europeus atribuídos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PPR). Até 30 de junho, todos os projetos e produtos que se candidataram a apoios no âmbito das chamadas agendas mobilizadoras têm de estar concluídos, pelo que esta quinta-feira é dia de balanço.
De acordo com números cedidos pela Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) ao ECO, à data, a maioria dos projetos e produtos previstos estão concluídos e os consórcios que os desenvolveram têm do seu lado dois mil milhões de euros de apoios, ficando ainda a faltar mais de mil milhões de euros para chegar ao montante total que lhes foi designado. O montante deverá ser entregue durante a primeira metade de 2027.
As 51 agendas mobilizadoras, geridas pelo IAPMEI, e pelas quais foram repartidos 3,2 mil milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, contaram com a participação de 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e públicas. Estas entidades juntaram-se, em diferentes consórcios, para desenvolverem milhares de projetos e produtos, que se comprometeram a entregar até junho deste ano. Os comprovativos da execução financeira podem, ainda, ser entregues até 31 de dezembro de 2026.
No âmbito das agendas, foram propostos para execução 1.270 Produtos, Processos e Serviços (PPS). Destes, a 25 de junho, 1.087 são dados como concluídos, isto é, apresentam uma “muito boa execução” ou “boa execução”, faltando portanto dar como concluídos um total de 183. No entanto, com o atual nível de execução supera o objetivo, que era concretizar 959 produtos, processos e serviços (PPS).
De momento, as empresas têm do seu lado dois mil milhões de euros em apoios, ainda aquém dos 3,2 mil milhões que foram contratualizados, registando-se uma execução financeira média por empresa de 53%. “É expectável que os pagamentos sejam realizados durante o primeiro trimestre de 2027″, assegura o IAPMEI.
É expectável que os pagamentos sejam realizados durante o primeiro trimestre de 2027.
Os impactos esperados na sequência da aplicação da agenda mantêm-se, face ao anunciado no lançamento das agendas mobilizadoras, em 2024, pelo então ministro da Economia, António Costa e Silva – do Governo de António Costa. Este previa que fossem criados 18 mil empregos na sequência destas agendas, dos quais 11 mil qualificados, e que a economia portuguesa chegasse a 2026 com mais oito mil milhões de euros de volume de negócios e que estes projetos fizessem o produto interno bruto crescer em 2,5% a 3%. A cerca de meio ano do final de 2026, estas estimativas são reiteradas pelo IAPMEI.
Estes números serão apresentados no 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras, que decorre esta quinta-feira, em Santa Maria da Feira, e que constitui o principal momento público de demonstração dos progressos e resultados alcançados pelos consórcios.
No entender do IAPMEI, “as Agendas Mobilizadoras constituem um dos principais instrumentos de transformação económica sustentável apoiados pelo PRR”. Ao juntarem empresas, entidades do sistema científico e tecnológico e entidades públicas, com o objetivo de desenvolver novos produtos, processos e serviços, as agendas “reforçam a competitividade da economia” ao contribuírem para a respetiva modernização e transição digital e climática.
Os consórcios desenvolveram trabalho em áreas tão variadas como “Aeronáutica, Espaço e Turismo”, “Calçado, Têxtil e Vestuário”, “Energia”, “Habitat, Construção, Cerâmica e Vidro”, “Matérias-primas, Materiais e Pedra Natural”, “Recursos Naturais e Ambiente”, “Saúde”, “Tecnologias e Suas Aplicações”, “Transportes, Mobilidade e Logística”.

Está a aproximar-se o final de um mês marcante no que toca aos fundos europeus atribuídos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PPR). Até 30 de junho, todos os projetos e produtos que se candidataram a apoios no âmbito das chamadas agendas mobilizadoras têm de estar concluídos, pelo que esta quinta-feira é dia de balanço.
De acordo com números cedidos pela Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) ao ECO, à data, a maioria dos projetos e produtos previstos estão concluídos e os consórcios que os desenvolveram têm do seu lado dois mil milhões de euros de apoios, ficando ainda a faltar mais de mil milhões de euros para chegar ao montante total que lhes foi designado. O montante deverá ser entregue durante a primeira metade de 2027.
As 51 agendas mobilizadoras, geridas pelo IAPMEI, e pelas quais foram repartidos 3,2 mil milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, contaram com a participação de 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e públicas. Estas entidades juntaram-se, em diferentes consórcios, para desenvolverem milhares de projetos e produtos, que se comprometeram a entregar até junho deste ano. Os comprovativos da execução financeira podem, ainda, ser entregues até 31 de dezembro de 2026.
No âmbito das agendas, foram propostos para execução 1.270 Produtos, Processos e Serviços (PPS). Destes, a 25 de junho, 1.087 são dados como concluídos, isto é, apresentam uma “muito boa execução” ou “boa execução”, faltando portanto dar como concluídos um total de 183. No entanto, com o atual nível de execução supera o objetivo, que era concretizar 959 produtos, processos e serviços (PPS).
De momento, as empresas têm do seu lado dois mil milhões de euros em apoios, ainda aquém dos 3,2 mil milhões que foram contratualizados, registando-se uma execução financeira média por empresa de 53%. “É expectável que os pagamentos sejam realizados durante o primeiro trimestre de 2027″, assegura o IAPMEI.
É expectável que os pagamentos sejam realizados durante o primeiro trimestre de 2027.
Os impactos esperados na sequência da aplicação da agenda mantêm-se, face ao anunciado no lançamento das agendas mobilizadoras, em 2024, pelo então ministro da Economia, António Costa e Silva – do Governo de António Costa. Este previa que fossem criados 18 mil empregos na sequência destas agendas, dos quais 11 mil qualificados, e que a economia portuguesa chegasse a 2026 com mais oito mil milhões de euros de volume de negócios e que estes projetos fizessem o produto interno bruto crescer em 2,5% a 3%. A cerca de meio ano do final de 2026, estas estimativas são reiteradas pelo IAPMEI.
Estes números serão apresentados no 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras, que decorre esta quinta-feira, em Santa Maria da Feira, e que constitui o principal momento público de demonstração dos progressos e resultados alcançados pelos consórcios.
No entender do IAPMEI, “as Agendas Mobilizadoras constituem um dos principais instrumentos de transformação económica sustentável apoiados pelo PRR”. Ao juntarem empresas, entidades do sistema científico e tecnológico e entidades públicas, com o objetivo de desenvolver novos produtos, processos e serviços, as agendas “reforçam a competitividade da economia” ao contribuírem para a respetiva modernização e transição digital e climática.
Os consórcios desenvolveram trabalho em áreas tão variadas como “Aeronáutica, Espaço e Turismo”, “Calçado, Têxtil e Vestuário”, “Energia”, “Habitat, Construção, Cerâmica e Vidro”, “Matérias-primas, Materiais e Pedra Natural”, “Recursos Naturais e Ambiente”, “Saúde”, “Tecnologias e Suas Aplicações”, “Transportes, Mobilidade e Logística”.
source https://eco.sapo.pt/2026/06/25/empresas-tem-do-seu-lado-2-mil-milhoes-das-agendas-mobilizadoras-falta-receberem-mais-de-mil-milhoes-de-euros/











