Bruxelas dá luz verde ao nono cheque do PRR


A Comissão Europeia deu luz verde ao nono e penúltimo cheque do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) esta quinta-feira. Portugal vai receber 2.321 milhões de euros (valor líquido de pré-financiamento), dos quais 1.859 milhões em subvenções e 462 milhões sob a forma de empréstimos.

A aprovação resulta do reconhecimento que Portugal cumpriu 51 marcos e metas de 14 componentes do PRR: respostas sociais, cultura, capitalização e inovação, qualificações e competências, infraestruturas, florestas, gestão hídrica, etc. Com o nono pedido de pagamento, a execução do plano vai passar de 61% para 75% e Portugal está entre os países com maior taxa de execução (no grupo dos que têm envelopes financeiros de valor mais substancial).

O nono cheque do PRR foi pedido no mesmo dia em que Portugal submeteu a última reprogramação do PRR que alterou entre outras coisas as metas e marcos: foram antecipadas dez metas e marco (M&M) do décimo para o nono pedido de pagamento; passaram 13 M&M do nono para o décimo pedido de pagamento; e foram retiradas oito M&M, duas das quais porque eram impossíveis de concretizar dentro do período PRR e seis porque foram fundidas.

Mas a reprogramação trouxe duas grandes alterações face ao exercício inicialmente apresentado por Portugal a Bruxelas no final de março há duas grandes novidades: a Linha Rubi do Metro do Porto perdeu 73 milhões de euros de financiamento do PRR, que terão de ser pagos de outra forma; e 92 centros de saúde, além de terem de apresentar apenas uma conclusão substancial, passam para a componente dos empréstimos. Uma alteração com um impacto financeiro negativo de dez milhões.

(Notícia em atualização)


A Comissão Europeia deu luz verde ao nono e penúltimo cheque do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) esta quinta-feira. Portugal vai receber 2.321 milhões de euros (valor líquido de pré-financiamento), dos quais 1.859 milhões em subvenções e 462 milhões sob a forma de empréstimos.

A aprovação resulta do reconhecimento que Portugal cumpriu 51 marcos e metas de 14 componentes do PRR: respostas sociais, cultura, capitalização e inovação, qualificações e competências, infraestruturas, florestas, gestão hídrica, etc. Com o nono pedido de pagamento, a execução do plano vai passar de 61% para 75% e Portugal está entre os países com maior taxa de execução (no grupo dos que têm envelopes financeiros de valor mais substancial).

O nono cheque do PRR foi pedido no mesmo dia em que Portugal submeteu a última reprogramação do PRR que alterou entre outras coisas as metas e marcos: foram antecipadas dez metas e marco (M&M) do décimo para o nono pedido de pagamento; passaram 13 M&M do nono para o décimo pedido de pagamento; e foram retiradas oito M&M, duas das quais porque eram impossíveis de concretizar dentro do período PRR e seis porque foram fundidas.

Mas a reprogramação trouxe duas grandes alterações face ao exercício inicialmente apresentado por Portugal a Bruxelas no final de março há duas grandes novidades: a Linha Rubi do Metro do Porto perdeu 73 milhões de euros de financiamento do PRR, que terão de ser pagos de outra forma; e 92 centros de saúde, além de terem de apresentar apenas uma conclusão substancial, passam para a componente dos empréstimos. Uma alteração com um impacto financeiro negativo de dez milhões.

(Notícia em atualização)



source https://eco.sapo.pt/2026/07/02/bruxelas-da-luz-verde-ao-nono-cheque-do-prr/