
Portugal registou “progressos muito substanciais” na execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), segundo a avaliação feita por Sofia Moreira de Sousa, representante da Comissária Europeia em Portugal, no evento de apresentação do 10.º pedido de pagamento do PRR, organizado pela Estrutura de Missão Recuperar Portugal, esta terça-feira, no auditório da Fundação Champalimaud.
A responsável da Comissão Europeia recordou que, após a avaliação positiva do nono pedido de pagamento, Portugal aproxima-se do recebimento de 2,32 mil milhões de euros, valor que, uma vez aprovado pelo Conselho, elevará o total desembolsado ao país para 17,23 mil milhões de euros, cerca de 80% da dotação total de 21,9 mil milhões de euros prevista no mecanismo.
Sofia Moreira de Sousa salientou que três quartos de todos os marcos e metas do plano encontram-se já cumpridos, um resultado que classificou como “um sinal claro do compromisso sustentado e da cooperação eficaz entre Portugal e a Comissão Europeia”.
De acordo com representante da Comissão Europeia em Portugal, o último pedido de pagamento inclui avanços na digitalização da administração pública, no acesso ao financiamento das empresas e em reformas nas áreas da educação, da gestão de resíduos, da economia circular, da simplificação empresarial e da gestão florestal, segundo detalhou.
O Plano de Recuperação e Resiliência português está a produzir resultados numa base alargada.
Entre os exemplos apontados pela representante da Comissão Europeia está a reforma das profissões altamente regulamentadas, como advogados, engenheiros, farmacêuticos e contabilistas, que Portugal modernizou “eliminando restrições desnecessárias” e promovendo “uma concorrência mais justa”, mantendo os padrões de qualidade exigidos.
Sofia Moreira de Sousa referiu ainda as agendas mobilizadoras, que reúnem 1.098 parceiros, entre empresas e entidades científicas e tecnológicas, com um investimento elegível que ultrapassa os 5 mil milhões de euros, dos quais mais de 3 mil milhões correspondem a apoio público.
No plano da inovação empresarial, a responsável citou o veículo elétrico BEM, primeiro modelo do género concebido e fabricado em Portugal, já com homologação europeia para circular nos 27 Estados-membros, e o programa New Space Portugal, que inclui o lançamento de seis satélites em março deste ano.
Segundo Sofia Moreira de Sousa, estes projetos demonstram que “o Plano de Recuperação e Resiliência português está a produzir resultados numa base alargada, resultados esses cada vez mais visíveis no terreno”.
Sofia Moreira de Sousa referiu que Comissão Europeia está a trabalhar “numa última revisão do plano” para tornar mais fluida a avaliação do pedido final.
A representante da Comissão Europeia sublinhou também que o mecanismo entra agora na fase final de execução, com os Estados-membros obrigados a cumprir todos os marcos e metas pendentes até agosto e a apresentar o pedido de pagamento final até ao fim de setembro.
Para isso, defendeu a necessidade de “uma mobilização contínua por parte de todos os intervenientes, autoridades nacionais, organismos de execução, parceiros sociais e económicos e todos os destinatários finais”, acrescentando que a Comissão Europeia está a trabalhar “numa última revisão do plano” para tornar mais fluida a avaliação do pedido final.
Sofia Moreira de Sousa concluiu a intervenção afirmando que o que está em causa vai além dos prazos e dos pagamentos, salientando que “o sucesso será medido pelo país que o plano deixará”, um território que descreveu como “mais forte, mais verde, mais digital, mais competitivo, mais socialmente resiliente”.

Portugal registou “progressos muito substanciais” na execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), segundo a avaliação feita por Sofia Moreira de Sousa, representante da Comissária Europeia em Portugal, no evento de apresentação do 10.º pedido de pagamento do PRR, organizado pela Estrutura de Missão Recuperar Portugal, esta terça-feira, no auditório da Fundação Champalimaud.
A responsável da Comissão Europeia recordou que, após a avaliação positiva do nono pedido de pagamento, Portugal aproxima-se do recebimento de 2,32 mil milhões de euros, valor que, uma vez aprovado pelo Conselho, elevará o total desembolsado ao país para 17,23 mil milhões de euros, cerca de 80% da dotação total de 21,9 mil milhões de euros prevista no mecanismo.
Sofia Moreira de Sousa salientou que três quartos de todos os marcos e metas do plano encontram-se já cumpridos, um resultado que classificou como “um sinal claro do compromisso sustentado e da cooperação eficaz entre Portugal e a Comissão Europeia”.
De acordo com representante da Comissão Europeia em Portugal, o último pedido de pagamento inclui avanços na digitalização da administração pública, no acesso ao financiamento das empresas e em reformas nas áreas da educação, da gestão de resíduos, da economia circular, da simplificação empresarial e da gestão florestal, segundo detalhou.
O Plano de Recuperação e Resiliência português está a produzir resultados numa base alargada.
Entre os exemplos apontados pela representante da Comissão Europeia está a reforma das profissões altamente regulamentadas, como advogados, engenheiros, farmacêuticos e contabilistas, que Portugal modernizou “eliminando restrições desnecessárias” e promovendo “uma concorrência mais justa”, mantendo os padrões de qualidade exigidos.
Sofia Moreira de Sousa referiu ainda as agendas mobilizadoras, que reúnem 1.098 parceiros, entre empresas e entidades científicas e tecnológicas, com um investimento elegível que ultrapassa os 5 mil milhões de euros, dos quais mais de 3 mil milhões correspondem a apoio público.
No plano da inovação empresarial, a responsável citou o veículo elétrico BEM, primeiro modelo do género concebido e fabricado em Portugal, já com homologação europeia para circular nos 27 Estados-membros, e o programa New Space Portugal, que inclui o lançamento de seis satélites em março deste ano.
Segundo Sofia Moreira de Sousa, estes projetos demonstram que “o Plano de Recuperação e Resiliência português está a produzir resultados numa base alargada, resultados esses cada vez mais visíveis no terreno”.
Sofia Moreira de Sousa referiu que Comissão Europeia está a trabalhar “numa última revisão do plano” para tornar mais fluida a avaliação do pedido final.
A representante da Comissão Europeia sublinhou também que o mecanismo entra agora na fase final de execução, com os Estados-membros obrigados a cumprir todos os marcos e metas pendentes até agosto e a apresentar o pedido de pagamento final até ao fim de setembro.
Para isso, defendeu a necessidade de “uma mobilização contínua por parte de todos os intervenientes, autoridades nacionais, organismos de execução, parceiros sociais e económicos e todos os destinatários finais”, acrescentando que a Comissão Europeia está a trabalhar “numa última revisão do plano” para tornar mais fluida a avaliação do pedido final.
Sofia Moreira de Sousa concluiu a intervenção afirmando que o que está em causa vai além dos prazos e dos pagamentos, salientando que “o sucesso será medido pelo país que o plano deixará”, um território que descreveu como “mais forte, mais verde, mais digital, mais competitivo, mais socialmente resiliente”.
source https://eco.sapo.pt/2026/07/28/comissao-europeia-destaca-progressos-muito-substanciais-do-prr/











