Portugal entra em megafundo do BEI para criar unicórnios europeus


Desta vez Portugal não vai ficar de fora e vai participar na segunda fase da Iniciativa Europeia para os Líderes Tecnológicos (ETCI 2.0), um mega fundo do Banco Europeu de Investimento que investe em startups europeias para criar futuros unicórnios.

A primeira fase do ETCI apoiou 15 megafundos que investem ativamente em startups europeias que procuram expandir-se, e fomentou o desenvolvimento de 12 unicórnios sediados na UE (empresas em expansão avaliadas em mais de mil milhões de euros). Mas Portugal não participou. Desta vez será diferente.

Portugal apoia a ETCI 2.0 enquanto iniciativa prática para aprofundar os mercados de capitais europeus, mobilizar investimento privado e ajudar as empresas inovadoras a ganharem escala e a competirem nos mercados internacionais”, disse o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, num comunicado do BEI que anuncia a criação segunda fase da iniciativa que “irá crescer significativamente tanto em dimensão como em âmbito”, já que conta com “o apoio potencial de todos os 27 países da UE e a participação ativa de investidores privados e institucionais”.

no segundo semestre é que será possível determinar o montante do ETCI 2.0, “quando as contribuições de todas as partes participantes forem finalizadas, no âmbito do que se designa por «primeiro fecho»”, explica o BEI no mesmo comunicado. Mas, já está decidido que o Grupo BEI investirá até 1,25 mil milhões de euros no fundo.

O objetivo dos 27 países da UE é unir esforços para mobilizar até 80 mil milhões de euros para investimento em empresas altamente inovadoras que estão a expandir-se para se tornarem líderes globais. Esse foi o compromisso que resultou da reunião que tiveram na quinta-feira à margem da reunião do ECOFIN dos ministros das Finanças da UE.

O ETCI 2.0 tem o objetivo de angariar fundos até 15 mil milhões de euros – cerca de quatro vezes mais do que o fundo de fundos original, lançado em 2023. “Pretende, assim, mobilizar um total de investimentos de até 80 mil milhões de euros para mais de 1 500 empresas em fase de expansão na Europa”, explica o mesmo comunicado.

O ETCI 2.0 vai apoiar mega-fundos europeus como o seu antecessor, mas, pela primeira vez, também apoiará fundos de crescimento de média dimensão com mais de 300 milhões de euros. “Prevê-se que impulsione a criação de mais de 100 fundos no total, incluindo até 45 mega-fundos que irão investir em empresas em fase de expansão, com montantes médios de investimento de 200 milhões de euros por cada empresa individual”, detalha a mesma nota.

Além disso, o objetivo é também estabelecer uma plataforma de investimento pan-europeia que forneça um pipeline de fundos tecnológicos europeus, aumentando a consciência dos investidores privados para as oportunidades, informação de mercado e insights sobre o ecossistema. E será disponibilizada uma ferramenta digital para apoiar a Plataforma de Investimento na facilitação do envolvimento dos investidores.


Desta vez Portugal não vai ficar de fora e vai participar na segunda fase da Iniciativa Europeia para os Líderes Tecnológicos (ETCI 2.0), um mega fundo do Banco Europeu de Investimento que investe em startups europeias para criar futuros unicórnios.

A primeira fase do ETCI apoiou 15 megafundos que investem ativamente em startups europeias que procuram expandir-se, e fomentou o desenvolvimento de 12 unicórnios sediados na UE (empresas em expansão avaliadas em mais de mil milhões de euros). Mas Portugal não participou. Desta vez será diferente.

Portugal apoia a ETCI 2.0 enquanto iniciativa prática para aprofundar os mercados de capitais europeus, mobilizar investimento privado e ajudar as empresas inovadoras a ganharem escala e a competirem nos mercados internacionais”, disse o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, num comunicado do BEI que anuncia a criação segunda fase da iniciativa que “irá crescer significativamente tanto em dimensão como em âmbito”, já que conta com “o apoio potencial de todos os 27 países da UE e a participação ativa de investidores privados e institucionais”.

no segundo semestre é que será possível determinar o montante do ETCI 2.0, “quando as contribuições de todas as partes participantes forem finalizadas, no âmbito do que se designa por «primeiro fecho»”, explica o BEI no mesmo comunicado. Mas, já está decidido que o Grupo BEI investirá até 1,25 mil milhões de euros no fundo.

O objetivo dos 27 países da UE é unir esforços para mobilizar até 80 mil milhões de euros para investimento em empresas altamente inovadoras que estão a expandir-se para se tornarem líderes globais. Esse foi o compromisso que resultou da reunião que tiveram na quinta-feira à margem da reunião do ECOFIN dos ministros das Finanças da UE.

O ETCI 2.0 tem o objetivo de angariar fundos até 15 mil milhões de euros – cerca de quatro vezes mais do que o fundo de fundos original, lançado em 2023. “Pretende, assim, mobilizar um total de investimentos de até 80 mil milhões de euros para mais de 1 500 empresas em fase de expansão na Europa”, explica o mesmo comunicado.

O ETCI 2.0 vai apoiar mega-fundos europeus como o seu antecessor, mas, pela primeira vez, também apoiará fundos de crescimento de média dimensão com mais de 300 milhões de euros. “Prevê-se que impulsione a criação de mais de 100 fundos no total, incluindo até 45 mega-fundos que irão investir em empresas em fase de expansão, com montantes médios de investimento de 200 milhões de euros por cada empresa individual”, detalha a mesma nota.

Além disso, o objetivo é também estabelecer uma plataforma de investimento pan-europeia que forneça um pipeline de fundos tecnológicos europeus, aumentando a consciência dos investidores privados para as oportunidades, informação de mercado e insights sobre o ecossistema. E será disponibilizada uma ferramenta digital para apoiar a Plataforma de Investimento na facilitação do envolvimento dos investidores.



source https://eco.sapo.pt/2026/07/10/portugal-entra-em-megafundo-do-bei-para-criar-unicornios-europeus/