Castro Almeida rejeita que PRR perdeu ambição com reprogramações


O PRR não perdeu ambição. Ganhou capacidade de execução. Garantiu execução a 100%.” É assim que o ministro da Economia e da Coesão Territorial resume, num artigo de opinião no Público, esta segunda-feira, a evolução da bazuca europeia que foi sendo alvo de várias reprogramações evitar que Portugal tivesse de devolver verbas a Bruxelas. Reprogramações que Manuel Castro Almeida rejeita que sejam as responsáveis pelo sucesso do Plano de Recuperação e Resiliência

O PRR sofreu sete reprogramações – a mais recente recebeu luz verde a 31 de julho. “Adaptámos o plano às circunstâncias para evitar a perda de qualquer euro”, escreve Manuel Castro Almeida, rejeitando a “nova narrativa” de que “o sucesso da execução do PRR foi alcançado através de reprogramações e ajustamentos que alteraram o perfil inicial do plano e deixaram pelo caminho vários projetos”.

“Se não o tivéssemos feito, quantos projetos teriam sido abandonados? Quantos milhões de euros teríamos sido obrigados a devolver? Muitos. Mesmo muitos. E isso, sim, teria sido uma verdadeira irresponsabilidade”, garante o responsável.

Manuel Castro Almeida reconhece que “chegar aqui exigiu decisões difíceis e politicamente exigentes” – já que foi necessário retirar do PRR a barragem do Crato, o Hospital Oriental de Lisboa, parte da expansão do Metro de Lisboa, o BRT de Braga, a dessalinizadora do Algarve entre outros projetos – mas em contrapartida reforçou o apoio às empresas através do Investimento Financeiro para a Inovação e Competitividade, operacionalizado pelo Banco de Fomento, assim como o “investimento na saúde” e aumentou “o número de escolas a construir e requalificar.

Os investimentos que saíram do PRR serão financiados pelo Portugal 2030, pelo Banco Europeu de Investimento ou pelo Orçamento do Estado, reitera o ministro, deixando a garantia de que o Executivo continuará “a apoiar as entidades que, apesar de todo o empenho demonstrado, não conseguiram cumprir os prazos europeus”.

“O Governo estará ao lado dessas instituições para encontrar soluções que evitem obras inacabadas e garantam a concretização dos investimentos”, frisou.


O PRR não perdeu ambição. Ganhou capacidade de execução. Garantiu execução a 100%.” É assim que o ministro da Economia e da Coesão Territorial resume, num artigo de opinião no Público, esta segunda-feira, a evolução da bazuca europeia que foi sendo alvo de várias reprogramações evitar que Portugal tivesse de devolver verbas a Bruxelas. Reprogramações que Manuel Castro Almeida rejeita que sejam as responsáveis pelo sucesso do Plano de Recuperação e Resiliência

O PRR sofreu sete reprogramações – a mais recente recebeu luz verde a 31 de julho. “Adaptámos o plano às circunstâncias para evitar a perda de qualquer euro”, escreve Manuel Castro Almeida, rejeitando a “nova narrativa” de que “o sucesso da execução do PRR foi alcançado através de reprogramações e ajustamentos que alteraram o perfil inicial do plano e deixaram pelo caminho vários projetos”.

“Se não o tivéssemos feito, quantos projetos teriam sido abandonados? Quantos milhões de euros teríamos sido obrigados a devolver? Muitos. Mesmo muitos. E isso, sim, teria sido uma verdadeira irresponsabilidade”, garante o responsável.

Manuel Castro Almeida reconhece que “chegar aqui exigiu decisões difíceis e politicamente exigentes” – já que foi necessário retirar do PRR a barragem do Crato, o Hospital Oriental de Lisboa, parte da expansão do Metro de Lisboa, o BRT de Braga, a dessalinizadora do Algarve entre outros projetos – mas em contrapartida reforçou o apoio às empresas através do Investimento Financeiro para a Inovação e Competitividade, operacionalizado pelo Banco de Fomento, assim como o “investimento na saúde” e aumentou “o número de escolas a construir e requalificar.

Os investimentos que saíram do PRR serão financiados pelo Portugal 2030, pelo Banco Europeu de Investimento ou pelo Orçamento do Estado, reitera o ministro, deixando a garantia de que o Executivo continuará “a apoiar as entidades que, apesar de todo o empenho demonstrado, não conseguiram cumprir os prazos europeus”.

“O Governo estará ao lado dessas instituições para encontrar soluções que evitem obras inacabadas e garantam a concretização dos investimentos”, frisou.



source https://eco.sapo.pt/2026/08/10/castro-almeida-rejeita-que-prr-perdeu-ambicao-com-reprogramacoes/